O uso das tecnologias influencia cada vez mais no modo de pensar e comportamentos das pessoas trazendo assim novas formas de retenção de conhecimentos.
Atualmente estamos imersos a informações disponibilizadas de forma rápida e fácil. Não dependemos mais exclusivamente da escola como principal fonte de conhecimento e percebemos que os alunos têm menos interesse pela escola. Eles têm dificuldade de concentração, ansiedade e necessidade de respostas instantâneas e estão afetivamente mais carentes. O desafio da escola é tornar as atividades escolares tão atraentes quanto os meios tecnológicos na qual o aluno tem acesso.
Se faltar interesse, a aprendizagem fica comprometida. Percebe-se também que junto com esse fato, cresce a preocupação pela melhoria da educação, aumento dos anos de escolaridades, mas o fracasso ainda persiste.
Como preparar o aluno para atuar no mundo, atender as demandas do mercado de trabalho, se a escola não acompanha o ritmo da sociedade? A maioria das escolas dispõe de poucos recursos e métodos tradicionais não conseguem competir com a ludicidade proporcionada pelas novas tecnologias. O currículo escolar tem de contemplar as inovações e a escola tem que preparar o aluno para questionar a gama de informações que recebe selecionando o que útil e adaptando as suas necessidades.
O mercado de trabalho é seletivo e exige habilidades e conhecimentos múltiplos e está em constantes inovações. Quem não conseguir se adaptar as novas exigências não será aceito. E a base para isso está na educação, pois não se formam cidadãos responsáveis e competentes com excesso de informações, mas com cabeças bem feitas, capaz de transpor as informações em conhecimentos úteis a cada momento.
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